sala velha.acordei com uma missão: errar a manhã, o dia, sentir pena de mim e dizer que não adiantou de nada, continuo sem saber nada, continuo a dizer alto o meu nome sem saber o que é isto que procuro ser.
acordei para dizer que não, que não ia ter contigo. tenho as palavras todas erradas, como saber dizer-te alguma coisa?
as palavras estão trocadas comigo, eu com elas, tudo ao mesmo tempo. ontem eu sabia tudo. ontem eu era crescida e não precisava de mais nada. hoje acordei outra vez do avesso, o caminho mais importante está sempre vazio, isto não devia ter sido assim, tu não devias ter aparecido, tu devias ter aparecido , eu é que não devia ter ido ter contigo.
preciso olhar o teu rosto antigo, olhá-lo para ter a certeza que um dia fui outra pessoa qualquer. alguém à procura do trânsito para um sorriso alheio, alguém a quem bastava saber o teu nome .
diz que vens, um dia, que me salvas destas hpras em que caminho funcional, achando que a solidão basta. diz que vens ainda fazer-me crer no que já não creio , como esta coisa de sermos salvos ou haver no mundo lugar onde a mentira seja tão certa que pareça a felicidade.
diz que sabes tudo, não preciso dizer nada, mostrar-te o caminho, levar-te pela mão, vês, aqui dói, aqui não, podes entrar com a tua festa e a tua sombra.
podes dizer que também não sabes de nada, somos tão estrangeiros, mas não faz mal, muito perto de ti é um caminho imenso.
um dia, a vida, um livro ,mais umas quantas merdas meio e concluímos: deixaram-nos tão sós que desaprendemos o amor.
obrigada a todos.
acordei para dizer que não, que não ia ter contigo. tenho as palavras todas erradas, como saber dizer-te alguma coisa?
as palavras estão trocadas comigo, eu com elas, tudo ao mesmo tempo. ontem eu sabia tudo. ontem eu era crescida e não precisava de mais nada. hoje acordei outra vez do avesso, o caminho mais importante está sempre vazio, isto não devia ter sido assim, tu não devias ter aparecido, tu devias ter aparecido , eu é que não devia ter ido ter contigo.
preciso olhar o teu rosto antigo, olhá-lo para ter a certeza que um dia fui outra pessoa qualquer. alguém à procura do trânsito para um sorriso alheio, alguém a quem bastava saber o teu nome .
diz que vens, um dia, que me salvas destas hpras em que caminho funcional, achando que a solidão basta. diz que vens ainda fazer-me crer no que já não creio , como esta coisa de sermos salvos ou haver no mundo lugar onde a mentira seja tão certa que pareça a felicidade.
diz que sabes tudo, não preciso dizer nada, mostrar-te o caminho, levar-te pela mão, vês, aqui dói, aqui não, podes entrar com a tua festa e a tua sombra.
podes dizer que também não sabes de nada, somos tão estrangeiros, mas não faz mal, muito perto de ti é um caminho imenso.
um dia, a vida, um livro ,mais umas quantas merdas meio e concluímos: deixaram-nos tão sós que desaprendemos o amor.
obrigada a todos.

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